Ao escrever, o branco me isola.
Sem saber que tamanha dor me traz
Na cápsula neural que me explora
Não vem alegria, magia, paz.
Ao pensar, o azul me toma conta
E ele já sabendo em que me realizo
Ao tomar o ar fresco que me ronda
Me excito e me comprazo, me excito
Após esta tarefa de criar
Minh’alma impaciente e pesada
Transtorna tanto o meu imaginar
Vejo-me num âmbito fechado
Num momento final da jornada
Insônias de um fruto inalcançado.
Jhonatan Thiago Beniquio Perotto
sábado, 26 de janeiro de 2008
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